“Abuso, arbítrio, violência”. Para o ex-primeiro-ministro, “não pode haver julgamento” porque “não há nem acusação, nem pronúncia”. O julgamento da Operação Marquês, que pela primeira vez senta um ex-primeiro-ministro no banco dos réus, arranca no dia 3 de julho, mais de 10 anos depois de conhecida a investigação. O ex- governante José Sócrates e outros 21 arguidos vão ser julgados pela juíza Susana Seca, do Tribunal Central Criminal de Lisboa, sobre crimes de corrupção, branqueamento de capitais e fraude. As sessões vão decorrer três dias por semana e vão ser interrompidas durante as férias judiciais de verão, de 16 de
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