Comprei o livro "o clube das 5 da manhã" do Robin Sharma, um despertador que simula o nascer do sol, preparei o pequeno-almoço na véspera e deitei-me religiosamente às nove da noite. Três dias depois, com olheiras e uma sensação de vazio existencial às 5h07 da manhã, percebi que talvez não fosse para mim.
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