No tempo em que parecia impossível levar a tribunal os crimes de colarinho branco, formavam-se “sociedades” entre os jornalistas, que ganhavam as cachas, e os procuradores, que faziam justiça pela própria caneta. Essas “sociedades” continuam a existir e, dos julgamentos na praça pública, passou-se para operações cirúrgicas em cima de campanhas eleitorais, visando ora o PSD ora o PS.
https://expresso.pt/opiniao/2025-04-21-nao-nos-atirem-areia-para-os-olhos-c867c7c9