Foi isso que disse aos divorciados, aos pobres, aos homossexuais, aos agnósticos: todos cabem. “Todos, todos, todos.” A frase parecia simples. Mas a sua radicalidade estava no que deixava de fora: ninguém. Como Jesus, que não veio somar mandamentos, mas condensá-los num só — amar o próximo como a si mesmo, e a Deus sobre todas as coisas.
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