Ou defendemos, incondicionalmente, a liberdade de expressão – para todos, sempre, sem excepções aquém da incitação directa à violência – ou nos resignamos a viver de joelhos perante aqueles que decidem, a tiro, quem pode ou não falar
https://expresso.pt/opiniao/2025-09-11-quando-as-palavras-levam-a-morte-e-a-liberdade-que-morre--e-quem-compreende-o-assassino-e-cumplice-c5ff3eef