Mesmo que a acusação venha mais tarde a ser desmentida, arquivada ou considerada infundada, a dúvida permanece. Fica a suspeita, o “não se provou, mas…”, que se instala na memória coletiva como uma sombra permanente.
https://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/antonio-moita/detalhe/vitima-suspeito-ou-condenado