O destino precário da aliança repousa num presidente que encara o poder militar dos EUA como algo que pode usar sem restrições legais ou constitucionais e que despreza a NATO, considerando-a um esquema de proteção.
https://cnnportugal.iol.pt/estados-unidos/europa/quem-salva-a-nato-de-trump/20260119/696e139ed34e92a34497a6db