No domingo, ao ver Mourinho lançar dois jovens de 17 anos, campeões do mundo há poucos meses, Bruno Vieira Amaral compreendeu que esse gesto que, noutras circunstâncias, seria corajoso, era o reconhecimento de que está em curso no Benfica a instalação de uma cultura de derrota (visto que a equipa ainda não perdeu no campeonato, falemos de uma cultura de não-vitória).
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