Fofo, exageradamente doce e esquemático, novo filme que estreia nesta quinta-feira (19) é retrato de um estúdio sem ambição. A nova animação da Pixar, "Elio", é fofa, bonitinha e até um tanto emocionante. É também exageradamente doce, previsível e esquemática demais – enfim, mais do mesmo de um estúdio que, depois de revolucionar o gênero há 30 anos, se acomodou no próprio domínio.
https://g1.globo.com/pop-arte/g1-ja-viu/noticia/2025/06/19/elio-e-o-auge-da-mesmice-da-pixar-acomodada-apos-revolucionar-a-animacao-ha-30-anos-g1-ja-viu.ghtml