Em vídeo, Maria Luiza Reuter conta que agência descreveu subida ao Monte Rinjani, no país asiático, como 'uma trilha fácil, que idosos e crianças seriam capazes de fazer' Neste trágico caso envolvendo a brasileira Juliana Marins, que morreu ao cair durante a trilha de subida para o vulcão Rinjani, o segundo maior da Indonésia, após ficar quatro dias à espera de resgate em um desfiladeiro, ganham força os relatos sobre a falta de estrutura e o descaso das agências que vendem o passeio como algo "simples".
https://oglobo.globo.com/blogs/ancelmo-gois/post/2025/06/brasileira-que-subiu-vulcao-na-indonesia-cita-modus-operandi-na-venda-de-passeios-grandes-chances-de-a-juliana-ter-sido-enganada.ghtml