O ajuste nas aposentadorias promovido pela reforma de 2019 foi suficiente para segurar o crescimento do rombo da Previdência, mas os efeitos positivos já se esgotam. Sem demora, o Brasil precisa de uma nova rodada de mudanças. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), o déficit previdenciário cresceu de 2,64% em 2015 para 5,59% no início da pandemia.
https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/02/nao-ha-como-evitar-uma-nova-reforma-na-previdencia.ghtml